nada me aquieta...

... nem as nocturnas horas

nem os cigarros que fumo em excesso

(...)


o desejo dói-me entre as pernas


e o corpo reclama as promessas indecentes que lhe fizeste

exige-as!

(...)

Os teus dedos -através dos meus-

percorrem e devassam os pelos púbicos que recobrem os lábios

-vestígio residual da animalidade que nos invade salivando a cópula,

a foda desenfreada e redentora-.



Toco-me

(és tu que me tocas)

e inundo de prazer a tua boca ávida.

...


Ávida a minha boca, da tua.